A religião do abuso

O islamismo hoje é uma das maiores religiões, e cresce a cada dia. Sua existência é de grande importância, e em poucos anos pode mudar drasticamente a ordem social que conhecemos. No Brasil, devido ao distanciamento das pessoas com essa religião, ela ainda não afeta nossas vidas, e uma desinformação a respeito dos homens de turbante é geral. O perigo de um culto que impõe seus valores a crianças, homens que são estimulados a abusarem de mulheres e um Estado vinculado com a religião, está sendo ignorado. Para entendermos um pouco sobre o islamismo, é interessante conhecermos a história de seu criador.
Maomé viveu na região das arábias durante o séc. VI e VII D.C, e logo se casou com uma comerciante rica, com a qual teve seis filhos. Durante um dia, em uma caverna, Maomé supostamente teria tido o contato com Deus, que teria o usado para citar suas palavras. Como Maomé era analfabeto, o Corão era repassado de maneira oral, e só foi escrito mais tarde. Após alguns anos, por criar problemas para a sociedade de Meca, que até então era pagã, foi expulso, e durante o tempo de sua ausência, criou um exercito de crentes, e assim pode começar uma guerra em nome de sua religião. Desta maneira, Maomé tornou-se um guerreiro sangrento que dizia trazer as palavras de Deus. Entre as várias guerras do profeta, uma das mais importantes foi contra um grupo de Judeus, o qual Maomé mandou decapitar os setecentos homens com um golpe de espada e depois os jogou em valas. A carnificina durou várias horas.
Durante sua vida, Maomé teve 16 mulheres, incluindo uma em que o noivado foi feito quando ela havia somente 6 anos.
A vida de Maomé reflete bem o que o Corão aprova. O livro, como todo escrito religioso, é um tanto quanto subjetivo, mas certas passagens são bem claras. Comento aqui algumas das mensagens.
É aprovado que islâmicos ganhem novos adeptos à religião, e os que se recusarem a se converterem, deverão arcar com conseqüências. Todos os descrentes devem ser severamente punidos. O uso da força é completamente aceito para que a religião possa prosperar.
Mulheres devem servir os homens. Elas devem ter direitos, mas os homens são superiores. Essas só podem ter um marido, enquanto um homem pode ter até quatro esposas. A grande maioria delas, irá para o inferno, enquanto quando o homem chega ao paraíso, terá 72 virgens a sua disposição.
Uma mulher, se trair seu marido, deve ser severamente punida. Um homem não deve trair sua mulher, mas é seu direito se for com uma empregada ou uma capturada de alguma guerra.
O marido tem o direito de bater em sua esposa para puni-la. Um dos erros que uma mulher pode cometer e que merece punição é recusar-se a fazer sexo.
Recentemente acompanhei alguns islâmicos tentando provar que algumas citações do Corão mostram algumas das mais recentes descobertas científicas. Claro que os trechos usados para tais afirmações são um tanto quanto obscuros e muitos subjetivos, e assim como os textos de Nostradamus, as relações com a realidade só podem ser feitas depois da descoberta científica ou fato. Esses islâmicos se esquecem também do trecho do Corão em que Maomé diz que a Terra é plana como um carpete.
O Islamismo é respeitado por muitos por ser uma religião e uma cultura, mas pelo fato de um absurdo acontecer a alguns anos, isso não faz com que ele se torne respeitável. Antes de mais nada, os Estados deveriam se desvincular da religião, e abusos aos direitos humanos deveriam ser proibidos, como em qualquer cultura com um mínimo de sensatez. Segundo, a pregação religiosa exagerada em crianças deve ser proibida, principalmente quando se estimula intervenções graves na vida de terceiros em nome de sua crença. O islamismo é uma religião que só favorece uma parcela da população, e para que a outra parcela seja abusada sem manifestar-se, a pregação e lavagem cerebral começa desde cedo. Por sorte, aos poucos, a parcela explorada está tendo contato com outras culturas, e estas estão começando a notar que não precisam viver daquela maneira. Está explicado o ódio islâmico ao Ocidente.
Lucas Harris
Dezembro de 2007
1 Comentários:
Ler um texto de religião cujo autor é ateu é foda
ahhahaaa
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