O mito sobre o aquecimento

Atualemente uma nova linhagem de políticos de esquerda cresce no Brasil e no mundo.Conhecidos como melancias, por serem vermelhos por dentro e verdes por fora, a causa ambiental atrai muitos com o discurso de que o homem, mais especificamente as grandes empresas e os EUA, são os causadores do suposto aquecimento global que vem ocorrendo e, por consequência, a futura destruição do planeta. Não fugindo do padrão esquerdista, os que aderem a nova ideologia se deixam levar por discursos românticos e sem o uso da razão, tendo como maior “prova“, o filme de Al Gore. Até mesmo os socialistas resolveram vestir essa camisa e defender a idéia. Provavelmente a do “Che“ estava muito suja e ultrapassada.
Antes de mais nada, devemos esclarecer que CO2 não é um poluente, mas sim um gás natural, emitido por plantas, decomposição, vulcões, oceanos e muitos outros, em quantidades muito maiores que emitidas por máquinas produzidas pelo homem. Sem ele, nossa sobrevivência não seria possível.
A variação de temperatura na terra é algo natural também. A milhares de anos, por exemplo, tivemos períodos de glaciações. Mais próximo do período em que vivemos, podemos citar o período medieval, em que a temperatura média do planeta era mais alta do que a de hoje, e mesmo não tendo tido bons professores de história, aprendi que naquela época não haviam fabricas e nem carros. Podemos também citar como exemplo recentíssimo as décadas vindas após 1940, que apresentaram quedas de temperatura, mesmo com a quantia de CO2 emitidas pelo homem sendo alta, devido a reconstrução pós-guerra na Europa. Vale lembrar que essa queda na temperatura média mundial, fez com que na década de 70, fosse criada uma polêmica de que o mundo estava passando por um novo período de glaciação e a humanidade corria riscos. Aparentemente a mídia não mudou muito e o povo não aprendeu a lição.
Um dos grandes responsáveis pelo grande número de adeptos a ideologia verde é Al Gore, que seguindo o mesmo estilo sensacionalista de Micheal Moore, fez um vídeo sobre o assunto, “defendendo“ a natureza dos terríveis emissores de CO2 (no caso, o homem, os capitalistas, os EUA, etç).
Seu filme foi assistido por milhões e sua popularidade cresceu em uma progressão geométrica como político defensor do meio ambiente. Ironicamente, recentemente, descobriu-se que Al Gore consome mais energia em um mês que um americano médio em um ano, mas o objetivo aqui não é denunciar sua hipocrisia, mas sim, a mentira de seu filme.
O momento mais convincente do documentário é quando dois gráficos são comparados, um mostrando as variações de temperatura na Terra, e o outro mostrando a concentração de CO2 na atmosfera durante o mesmo período. De fato, os dois gráficos fazem curvas semelhantes. Al Gore ainda explica que a relação entre eles é complicada, mas um tanto quanto óbvia. Quando um aumenta, o outro também aumenta. Al Gore está certo, mas a realidade é completamente o contrário do que ele sugere. O aumento da temperatura não é a consequencia do aumento de CO2, mas a causa. Quando existe o aumento de temperatura, há mais vida na Terra e, por consequência, mais CO2 é produzido. Isso já foi provado por cientistas, mas quando se analisa gráficos sobre a história da Terra, fica difícil notar a diferença de alguns anos.
Outro orgão influente na opinião pública é o IPCC, que tenta mostrar que existe unanimidade na comunidade científica de que o aquecimento é consequencia da atividade humana. Vale lembrar que este orgão é intergovernamental, e não é ligado a critérios científicos. Muitos dos que estão lá não são climatologistas, e contribuem somente com mais um nome na lista. Os cientistas que lá entraram por engano, ou que logo descobriram a farsa, não conseguem sair, pois o orgão precisa de seus nomes para mostrar a falsa unanimidade, fazendo com que muitos sejam forçados a entrar na justiça para poderem se desvincular.
Outro fator que nos ajuda a questionar a culpa do homem em relação ao suposto catastrófico aquecimento global, é a descoberta de que o fenómeno não está ocorrendo só na Terra. Marte, por exemplo, apresenta um aquecimento muito semelhante com o da Terra. Ou seja, ou os marcianos começaram a emitir CO2 em excesso (quem sabe com fábricas ou carros) no mesmo período que nós, e agora estão enfrentando o mesmos problema, ou o fator é algo externo, como a expansão do sol.
O sensacionalismo sobre o aquecimento gera milhares de empregos, movimenta milhões e tem grande influência política. Cientistas que contestam sua existencia são abafados e muitas vezes ameaçados de morte. O politicamente correto, faz com que desinformados adiram a opinião. Agora, se meteorologistas costumam errar a previsão do dia seguinte, um pouco de sensatez nos deixa minimamente céticos a respeito da temperatura daqui 100 anos.
Lucas Harris
Maio de 2007
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