Dirigindo bêbado
Recentemente foi aprovada a lei que passará a considerar infração grave qualquer quantia de álcool ingerida por um motorista. Quem for pego cometendo o crime será obrigado a pagar uma multa de 955 reais e terá o direito de dirigir suspenso por um ano. A fiscalização será feita por policiais.
A lei, obviamente, não funcionará na prática, pois caso contrário, metade da população brasileira perderia sua carteira. Porém, é mais um exemplo de que o estado não consegue diferenciar a causa e efeito.
Quando se proibe que motoristas dirijam alcoolizados, não está sendo punido o extermínio de uma vida, a destruição de uma propriedade ou qualquer crime causado por alguém que está sob o efeito do alcool, mas está sendo retirado um direito de todos aqueles que bebem, dirigem, e não causam nenhum acidente, que é o caso da grande maioria. No raciocínio do estado, como uma porcentagem dos acidentes é causado por pessoas que ingeriram álcool, devemos proibir que pessoas dirijam após beberem álcool. Esperem só até o estado descobrir que 100% dos acidentes são causados por pessoas que beberam água...
Se o objetivo é diminuir acidentes envolvendo pessoas bêbadas, seria muito mais eficiênte punições mais severas para aqueles que realmente cometassem crimes reais, como um atropelamento, e não, punir inocentes. Além de punir crimes legítimos, seria uma forma de pressão aos que dirigem mal quando bebem, já que muitos dirigem melhor alcoolizados, pois passam a ter muita mais atenção do que quando sóbrios, devido ao fato de saberem que podem estar com seu organismo alterado.
Mais uma vez o estado retira direitos de inocentes ao invés de punir criminosos. Se você não bebe e não se importa com os direitos dos outros, não se sinta aliviado. A Folha de São Paulo mostrou que dois bombons com recheio de licor são o suficiênte para ser pego no teste do bafômetro.
A lei, obviamente, não funcionará na prática, pois caso contrário, metade da população brasileira perderia sua carteira. Porém, é mais um exemplo de que o estado não consegue diferenciar a causa e efeito.
Quando se proibe que motoristas dirijam alcoolizados, não está sendo punido o extermínio de uma vida, a destruição de uma propriedade ou qualquer crime causado por alguém que está sob o efeito do alcool, mas está sendo retirado um direito de todos aqueles que bebem, dirigem, e não causam nenhum acidente, que é o caso da grande maioria. No raciocínio do estado, como uma porcentagem dos acidentes é causado por pessoas que ingeriram álcool, devemos proibir que pessoas dirijam após beberem álcool. Esperem só até o estado descobrir que 100% dos acidentes são causados por pessoas que beberam água...
Se o objetivo é diminuir acidentes envolvendo pessoas bêbadas, seria muito mais eficiênte punições mais severas para aqueles que realmente cometassem crimes reais, como um atropelamento, e não, punir inocentes. Além de punir crimes legítimos, seria uma forma de pressão aos que dirigem mal quando bebem, já que muitos dirigem melhor alcoolizados, pois passam a ter muita mais atenção do que quando sóbrios, devido ao fato de saberem que podem estar com seu organismo alterado.
Mais uma vez o estado retira direitos de inocentes ao invés de punir criminosos. Se você não bebe e não se importa com os direitos dos outros, não se sinta aliviado. A Folha de São Paulo mostrou que dois bombons com recheio de licor são o suficiênte para ser pego no teste do bafômetro.